segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Sobre a Bienal do Livro de SP de 2014


A Bienal do Livro de 2014 teve início na última sexta-feira, dia 22, em São Paulo. Pela primeira vez fui ao evento, no sábado, 23, e voltei para casa um tanto decepcionada depois de um longo e cansativo dia. Resolvi contar minha saga aqui no blog.

A Fila e a Entrada

Não sou da capital, portanto fui de van com uma galera daqui da minha cidade, que é perto de São Paulo. Numa das viagens mais rápidas que já fiz até lá, levamos pouco mais de uma hora para chegar no local.
Já fui a alguns shows na minha vida, portanto não me intimido com filas. Quando chegamos na Bienal, 10 para as 10h, ela já estava dando várias voltas. Havia duas: uma para quem já tinha o ingresso e outra para a bilheteria. Fiquei lá, já com meu ingresso em mãos, em toda a minha brancura de pele, debaixo do sol escaldante, mas estava com minha mãe e encontrei com uma amiga da faculdade, então estava divertido. Para nossa surpresa, apesar do tamanho da fila, ela andou rápido.
Porém, quando chegamos perto da entrada do Anhembi, as duas filas separadas se desfizeram completamente e um agrupado muito grande de pessoas se espremia na porta. Descobri, mais tarde, que até havia uma fila para a entrada, mas ela estava sendo ignorada por quase todo mundo (me encaixo nessa, porque eu nem sabia que ela existia). Eu, literalmente, fui empurrada para dentro do lugar, porque era o único jeito de entrar, senão ficaria ali fora sabe-se lá quanto tempo (não me lembro quem me disse que passou uma hora ali esperando). Em meio a essa bagunça, várias crianças pequenas, até mesmo mães com bebês de colo, e pessoas em cadeiras de roda.

Os Estandes e os Pagamentos

A primeira coisa que fiz quando passei pelas cancelas foi correr até o estande da editora Record, pois eu tive a ilusão de que teria alguma chance de conseguir uma senha para a sessão de autógrafos da autora Cassandra Clare. É claro que não vi nem mesmo a cor da senha. Quando cheguei na frente do estande - incrivelmente cheio de gente - e perguntei para duas meninas se ainda tinha senhas, elas me disseram que não. Mais tarde ouvi uma garota ao telefone dizendo que eles haviam liberado mais e fui lá checar, mas acho que eram apenas boatos. Ouvi vários; a verdade sobre a distribuição das senhas eu não sei até agora.

Os únicos estandes de editoras grandes em que eu entrei foram o da Arqueiro, da Zahar e da Record. Esse último, nas primeiras duas vezes em que tentei entrar, estava impossível. Um grupo enorme de pessoas estava amontoado na entrada do estande, atrapalhando justamente um cruzamento de corredores. Não vi ninguém sair e ninguém entrar no tempo que fiquei ali, e foi um tempo razoável. Voltei lá mais tarde, no final da palestra da Cassandra, esperando encontrar a situação um pouco melhor. De fato estava, pois consegui entrar (depois de esperar um tanto).
No fim das contas, entrei ali por nada; muitos dos livros que eu queria eu não achei - e a maior parte da minha lista era de livros da Record - e os que eu achei, principalmente os da Cassandra Clare, estavam com preços ridículos de alto. Esse estande em particular estava com descontos de 30% a partir de 3 livros, o que aliviava um pouco a situação quando parei para pensar depois, mas na hora eu já estava tão cansada, que quando peguei o livro Cidade das Cinzas e vi que custava 40 reais, larguei lá e saí.
Com exceção de alguns estandes com promoções realmente interessantes (livros por 10 reais e coisas do tipo), a maioria estava cobrando o preço de livraria ou até mais. Os descontos chegavam no máximo a 20% e, vamos falar a verdade, não faziam tanta diferença assim, ainda mais para alguém que, como eu, está acostumado a comprar pela internet.

O primeiro deles em que entrei foi o da Arqueiro. Foi fácil de entrar e logo uma moça da editora veio me ajudar a encontrar todos os livros que eu queria. Os preços estavam razoáveis; alguns livros estavam bem caros (desisti de comprar O Resgate do Tigre, porque custava 35 reais), mas outros estavam por menos de 25 reais e eu levei vários - inclusive um dos que eu queria estava apenas R$9,90! O problema nesse estande foi a fila para pagar.
É claro que ela estava imensa, como a de todos os outros estandes, mas essa nem é mesmo a questão. Ela dava a volta pelo lado de fora do estande, para entrar novamente na frente dos caixas. Do lado de fora, dividíamos o espaço com outra fila, das pessoas que estavam ali para pegar autógrafo do autor Harlan Coben (vi ele assinando os livros e na palestra, me pareceu muito simpático), além da passagem das pessoas nas duas direções. O espaço já era pouco, mas então a fila do pagamento se tornou duas: cartão de crédito - que estava super devagar, porque a máquina já devia estar soltando fumaça - e dinheiro. Felizmente eu estava na segunda. Enquanto isso, duas filas dentro de um único espaço isolado pelo cordão.
Para vocês terem noção, o próprio pessoal dos estandes estava enlouquecido com a falta de organização. Quando entrei na Arqueiro, um dos rapazes estava puto da vida, reclamando.

Quando entrei na Zahar, também foi fácil e também foi pra nada. Alguns livros até estavam com um preço bom, embora outros ainda caros demais, mas quando perguntei para um rapaz do estande (muito bonitinho e simpático, por sinal) onde era o início da fila do pagamento, ele apontou pra tantos lugares, explicando o caminho que ela fazia, que eu virei pra ele e disse "Nossa, cansei já". Ele gargalhou. Eu agradeci e saí dali.

Não tem jeito, uma vez que se compra pela internet, é muito difícil comprar em outro lugar. Comprei um número bom de livros na Bienal, não posso dizer o contrário, mas confesso que cheguei em casa e fiz uma compra pela Saraiva online; os livros custaram de 15 a 22 reais, cada um, pois já estavam baratos e o site estava com uma promoção de desconto.
A questão é que se espera que em um evento desse tipo haja preços interessantes. Não vou dizer que a feira inteira estava horrível, mas era preciso procurar e ter muita paciência. E quando eu via os preços, não conseguia evitar o pensamento " No Submarino está mais barato". hahahaha

Valeu a Pena

Apesar de acreditar que seria melhor ter ficado no conforto do meu lar comprando livros pela internet (pareço uma velha, credo hahahaha), não posso dizer que o evento foi assim tão sem graça. Duas coisas fizeram esse evento valer a pena pra mim.
Primeiro: eu consegui tirar foto no Trono de Ferro! Quando fiquei sabendo que as senhas para a sessão de autógrafos da Cassandra tinham esgotado, fui encontrar minha mãe na fila para tirar foto no Trono, no estande da editora LeYa, como tínhamos combinado. Escolhemos a melhor hora para isso, porque a fila estava pequena e andava rápido. Fizemos amizade com um garoto e uma garota atrás de nós e foi bem engraçado. Eu adoro As Crônicas de Gelo e Fogo, então queria muito uma foto no Trono. Consegui!

Reinando na Bienal do Livro (toda vermelha depois da fila pra entrar)

Segundo: como eu disse, eu queria uma senha para pegar autógrafo com a Cassandra Clare. Levei meu Anjo Mecânico (primeiro livro dela que li) e meu Cidade dos Ossos (livro dela que mais gostei até agora), mas não consegui a senha. Fiquei muito triste com isso, estava muito ansiosa por esses autógrafos.
No entanto, a autora também deu uma "palestra" lá. O espaço era aberto, com telões, e estava inacreditavelmente lotadíssimo (sentiu o drama? hahaha). Eu gravei um pequeno trecho, que postei no meu canal no YouTube. É bem pequeno mesmo, mas achei que valia a pena compartilhar, né? Coloquei legendas pra ajudar a entender, mas acho que o áudio está melhor do que eu esperava.



A palestra foi muito divertida! Eu nunca tinha visto entrevistas ou qualquer vídeo da Cassandra; descobri que ela é uma fofa. O pessoal estava muito empolgado, gritando sem parar. Quando eu cheguei, fui me embrenhando no meio do pessoal e até que consegui um lugarzinho bom. Minha câmera tem um zoom magnífico, o que foi ótimo, mas de onde eu estava, conseguia enxergar ela. Não gravei mais, porque não aguentava ficar com o braço erguido segurando a câmera, tentando mantê-la firme. E eu queria aproveitar de verdade.
Primeiro a moça no palco (não sei quem era) fez perguntas para a Cassandra. Em seguida, ela abriu para o público perguntar. Nessa hora, uma das meninas foi muito esperta: a pergunta dela era se ela podia subir no palco para dar um abraço na Cassandra. É claro que deixaram, ela subiu, abraçou a autora e ainda por cima conseguiu um autógrafo em seu exemplar de Cidade dos Ossos. Todo mundo foi à loucura.
No trecho filmado, quando é questionada sobre qual seria a música tema do Jace, Cassandra responde The Boy Who Blocked His Own Shot, da banda Brand New. Claro que fui procurar no YouTube depois e é esta aqui:



Considerações Finais

Vi incontáveis pessoas de "cosplay" de Os Instrumentos Mortais, desde personagens específicos, como a Isabelle, até criaturas como vampiros ou simplesmente pessoas de preto dos pés à cabeça, com as marcas desenhadas pelo corpo. Achei muito bacana, até deu vontade de fazer também.
Às 19h eu estava na entrada, esperando encontrar o pessoal da van, e vi muitas pessoas chegando. Ótima estratégia, se você é da cidade, claro, pois muita gente já estava indo embora.
Preciso comentar que o sinal naquele lugar era uma grande merda. Desculpe o palavrão, mas era. Houve um momento em que me separei da minha mãe e fiquei, sem exageros, uma hora tentando ligar para ela, discando uma vez atrás da outra. Passei mais uma hora tentando me comunicar com a garota que organizou a van, para saber onde nos encontraríamos para ir embora.
Fiz a viagem mais rápida da minha vida de São Paulo até minha cidade e fiquei agradecida por isso, pois estava um caco! Meu pé direito estava quase inutilizável. Estava com fome, pois só tinha comido um lanchinho do Bob's na Bienal. Cheguei em casa, deitei na cama, olhei os livros que comprei lá e comprei mais pela internet. Assisti ao vídeo que fiz da Cassandra e depois dormi, morta de cansaço.

A Bienal do Livro foi interessante de conhecer, valeu a pena pelos motivos escritos acima, mas não valeu muito pelos preços dos livros. Não sei se eu voltaria, mas caso aconteça, procurarei ir em um dia que não tenha autores como Cassandra e Kiera, pois acho que o maior motivo de estar tão terrivelmente lotado foram essas autoras voltadas para literatura YA.
Pelo o que ouvi sobre o primeiro dia, estava bem tranquilo, e o mesmo foi dito por pessoas que já frequentam o evento há anos: esse ano foi muito diferente. E o maior problema foi: nem posso dizer que a organização estava péssima, pois na verdade ela era inexistente.

13 comentários:

  1. Apesar dos problemas destacados, minha vontade de ir em um ano posterior ainda é grande. Não sei se compraria muitos livros, visto os preços (também sou um velho com acesso a internet), mas com certeza também levaria alguns para serem autografados - tomara que eu dê mais sorte.
    O evento em si é muito bacana e, mesmo que eu não compre nada ou não chegue perto de nenhum dos meus autores favoritos, acho que já vou gostar de ter ido e guardado o dia como memória e experiência.
    Agora, como você pediu, minha opinião sobre seu texto:
    Gostei de você ter relatado todo o dia em forma narrativa, ao invés de só comentar o que lhe agradou e o que te frustrou no evento. O texto está sucinto, como os demais, apesar do tamanho proporcionado pela quantidade de acontecimentos narrados. E algumas partes são bem engraçadas, como "inacreditavelmente lotadíssimo (sentiu o drama? hahaha)" e "Preciso comentar que o sinal naquele lugar era uma grande merda. Desculpe o palavrão, mas era." Hahahahah, essas partes fazem a leitura ficar mais fluida e divertida.
    Acabam aqui as improvisações de crítico literário.
    A música tema do Jace é bacaninha, embora bem "comum"...
    Consegui me identificar com uma parte do seu texto: a de ter vontade de fazer cosplay ao olhar para a fantasia dos outros. Uma vez fui num evento de anime e mangá (desses de otakus ensebados) e tinha um concurso de cosplay. Eu não estava sabendo, havia ido por causa de uma apresentação dos irmãos Piologo do Mundo Canibal (que foi bem paia) e um show cover de Iron Maiden (que foi muito louco). Acabou que o pessoal estava tão bem fantasiado que me deu vontade de participar. Inclusive, um amigo meu ficou numa das primeiras posições do concurso, com a fantasia de Hellsing. - O que fiz foi comprar um capuz do Mordecai (Apenas um Show) e acreditar que estava idêntico ao desenho.
    Enfim, gostei do seu texto-relato e espero que ainda tenha vontade de ir em Bienais. Quem sabe um dia a gente não se encontra numa?

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    1. Se não fosse a desorganização e a super lotação, minha experiência teria sido melhor, tenho certeza. Talvez eu dê uma nova chance pra Bienal, mas é difícil depois dessa primeira vez.
      Que bom que gostou (: Obrigada pela improvisação de crítico literário hahahaha
      Também não achei a música nada demais, coloquei no post como "curiosidade" mesmo (confesso que eu esperava mais, esse personagem é muito bem escrito e eu gosto tanto que até já sonhei com ele, mais de uma vez hahahaha).
      Não fale assim, na minha adolescência eu vivia nesses eventos e era muito divertido! Eu não era tão... Como dizer sem soar ofensivo? Acho que nem tem como HAHAHA Eu não era tão maluca como a maioria do pessoal, mas gostava do ambiente. Sempre gostei de cosplays, acho mega divertido, mas nunca me aventurei nisso.
      Você usa a gíria "paia" hahaha De onde você é? (se não se importar de dizer, claro).

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    2. Então, o ambiente me surpreendeu, na verdade. Também gostei muito, tanto da programação do evento, como do pessoal que frequentava e das lojinhas que tinham por ali, vendendo bottons, camisetas, capuzes, chaveiros, etc.
      Mas eu não falei dos otakus ensebados de maneira ofensiva. Apenas realista... Hahahah
      Não me lembro de ter sonhado com nenhum personagem de livro, mas quando era menor eu tinha uma queda pela Emily Browning no papel de Violet Baudelaire. Hahaha
      Sou de Uberlândia (MG). Eu achava que "paia" era uma gíria usada no Brasil inteiro. Costumo usá-la em conversas na internet com pessoas de outros estados e ninguém costuma estranhar. Hahah. E você, qual é a sua "cidade perto de São Paulo"? (também, se não se importar de dizer).

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    3. P.S. Desconsidere o nome da conta acima, "Trident". Respondi usando o computador de mesa daqui de casa e me esqueci que ele não estava logado na minha conta. Hahaha

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    4. Eu entendi que era você enquanto lia o comentário, mas fiquei surpresa com um tal de Trident me respondendo aqui hahahahah
      Ahh, ela está muito bem de Violet! Acho que combinou demais. Queria que eles continuassem os filmes... Acho que sou uma das poucas pessoas que leu e gostou do filme.
      Nunca ouvi ninguém de fora de SP falar, então achei que era daqui, sei lá hahaha Sou de Campinas.

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    5. Também gosto do filme, apesar de não ter gostado tanto do Jim Carrey como Conde Olaf... Na verdade, vi o filme antes de ler a série de livros, e me surpreendi quando a série foi muito melhor que o filme (até hoje não me conformo de terem condensado três livros num filme só, apesar do resultado não ter saído tão ruim). Eu não gostaria se continuassem os filmes; os atores já cresceram, vão acabar transformando o quarto, o quinto e o sexto livro num filme só, e chamar o Jim Carrey de novo... O que deu certo no primeiro pode acabar sendo um fracasso completo no segundo, então prefiro que não mexam mais na série (nem façam outra adaptação, gosto de ter apenas os livros para encontrar os irmãos Baudelaire).
      Sério que você é de Campinas? Hahahah. Eu morei aí 7 anos, meus amigos de infância estão todos espalhados por essa cidade. (Provavelmente foi daí que peguei o "paia").

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  2. Menina, quanto sufoco! Mas esses eventos são assim mesmo. Embora nunca que algo tão grandioso como a Bienal venha parar aqui no Piauí eu tenho (muita) experiência com o nosso Salão do Livro que acontece todos os anos. Como você bem disse, o que esperamos desse tipo de evento, além de organização, são preços mais acessíveis, senão do que adiantaria sair do conforto da nossa casa e enfrentar filas e tumultos? Mas infelizmente, os preços estão os mesmos ou ainda mais elevados que o comum, uma pena.
    Achei o máximo você divando no Trono de Ferro, fiquei com inveja HAHAHAHA
    Gostei muito do fato de você ter compartilhado conosco essa experiência :)
    Beijão

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    1. Ainda se desse para aproveitar bem, ver os estandes direito, valia a pena, né? Mas estava uma zona, mal dava para fazer isso.
      Hahahahah Muito obrigada! (:

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  3. Mais que completa sua análise!
    Eu fui ontem e, a pensar de muito lotado, não tenho nada a reclamar... e ainda consegui comprar 16 livros!!!

    Beijinhos
    www.serleitora.com.br

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  4. Adorei o resumo do seu dia na Bienal ;)
    e devo ressaltar o fato dos livros caros e do sinal telefônico.
    Obs: Tive os mesmos pensamentos a Bienal inteira " No Submarino está mais barato! " e assim que cheguei em casa tratei de fazer minhas comprar online. HAHA.

    Abraços!

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    1. Bienal pra quê? Submarino é vida <3 hahahaha
      Obrigada! (:

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  5. Ei, Aline!
    Adorei o texto! Quase me senti lá no meio daquela multidão. Hahaha
    Cara, fiquei muito triste de não ter ido (ainda estou), mas realmente ficou inviável já que gastaria com passagem, hospedagem e ainda iria querer comprar livros (lógico).
    Minha primeira vez na bienal foi no ano passado, aqui no Rio. Tive varias impressões parecidas com as suas: estava suuper lotado (provavelmente por causa do Nicholas Sparks), muita desorganização, falta de informação e os preços mais caros que em livrarias. Mesmo assim adorei e iria em todas, se pudesse!
    Acho que o vale a pena mesmo nesses eventos é conhecer pessoas. Eu conheci e peguei autógrafo de váaaarios autores nacionais que eu amo, me encontrei com blogueiras que eu só conhecia pela internet e, pra mim, isso valeu muito a pena!
    Claro que eu queria ter dinheiro pra comprar muuitos livros por lá mas, como você mesma disse, os preços da internet não saem da cabeça e aí fica difícil sair de lá cheia de sacolas.
    Ah, e o trono de ferro é demais! Ano passado foi uma das primeiras coisas que eu fiz: sentar lá e me sentir a Khaleesi! Hahaha
    Beijos

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    1. Eu fiquei bem decepcionada, sabe? Não deu pra aproveitar muito, até porque estava tão cheio, que mal dava pra entrar nos estandes, mesmo que pra só olhar. Mas não acho que tenha sido tão péssimo a ponto de desejar não ter ido. Talvez eu tente outro ano, num dia mais tranquilo.
      Trono de Ferro <3 hahahaha

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